26 de agosto de 2012

CABO BRUNO




Florisvaldo de Oliveira, mais conhecido por “Cabo Bruno”, cumpriu 27 anos de reclusão pelo crime de “formação de grupo de extermínio nos anos 80”; a justiça de Taubaté concedeu liberdade ao mesmo por bom comportamento.

Inicialmente ele foi condenado a 117 anos, quatro meses e três dias pelo crime acima citado, praticado na zona sul de São Paulo. O restante da pena foi extinta.

O Ministério Público se posicionou a favor de sua libertação cujo parecer foi fundamentado em um decreto da Presidência da República de dezembro de 2011, que permite a libertação de presos que já tenham cumprido mais de 20 anos de prisão e que tenha apresentado bom comportamento.

Após ser preso em 1983, o ex-policial tentou fugir por três vezes, sendo recapturado pela ultima vez em 1991. O diretor da penitencia de Dr. Jose Augusto Salgado, em Tremembé São Paulo, onde cumpria pena, atribuiu-lhe elogios sobre a conduta prisional dele. ( direito do preso previsto em Lei ). 

Na penitenciaria, Bruno se tornou Pastor, ajudando a construir uma capela e se casou com uma voluntária na evangelização dos presos. Também passou a pintar telas e fez algumas exposições de suas obras.

Em 2009, a Justiça permitiu que o ex-policial cumprisse o restante da pena em regime semi-aberto, e no dia dos pais passou com a família.

OPINIÃO PESSOAL>>


O ex-policial Bruno, cumpriu pena pelos seus crimes, e pelo dos outros, pois, estupradores, assassinos confessos, estão por aí se escondendo da Justiça, e que eu imagino não tenha ninguém a sua caça. Nos anos 80 eu era jovem, ia e voltava à noite a qualquer hora e nunca me aconteceu nenhuma intercorrência.
O máximo que eu vi foi um bêbado fazendo xixi num poste. Hoje eu não posso mais sair à rua de noite, nem para comprar um remédio se precisar.

Quem vive na prisão domiciliar somos nós, não que eu seja a favor de grupos de extermínio, mesmo porque com os princípios atuais quem paga o pato são os mais inocentes.

A sociedade se tornou detentos dentro de seus próprios lares, as crianças vivem de celular nas mãos, dando notícias aos pais preocupados com sua segurança nas idas e vindas das escolas.

Porque tem assassinos, tarjados de LOUCOS que sai atirando e matando e vem um psiquiatra do Ministério Público e o declara PSICOPATA. Ora, psicopata sou eu com SINDROME DO PÂNICO, de ser assaltada, seqüestrada, estuprada, pelos bandidos bem PIORES que o nosso ex-policial Bruno.

Onde estão os assassinos das nossas crianças, das mães de filhos de jogadores que atirou seus corpos aos cães?

sonia. 


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