11 de agosto de 2009

> Aborto Um ser encurralado e morto





No filme "O grito Silencioso" apresentado pelo Dr.E.Nathanson, famoso médico ex-abortista norte americano, é mostrado, mediante uma ecografia realizada na mãe no momento de abortar, o que sucede com esse que-apenas agora se sabe com certeza científica- já tem todas as características próprias da vida humana: capacidade sensitiva a dor, ao medo e apêgo à vida. Ao vê-lo, torna-se uma obrigação social divulgá-lo, porque todos (sobretudo as mães) tem o direito de saber o que realmente sucede em um aborto.

Em instantes prévios à operação abortiva, se vê o feto(neste caso verídico, de 12 semanas) com movimentos calmos, colocando o polegar na boca de vez em quando, totalmente tranquilo nesse ambiente de paz, como é o claustro materno. Ao introduzir o abortista no útero o primeiro elemento metálico procurando a bolsa aminiótica para seu rompimento, o novo ser perde estado de tranquilidade. Seu coração se acelera enquanto tenta movimentos nervosos de mudança de lugar. A bolsa é rota e se introduz o instrumento de aspiração.

É notório que nenhum dos elementos metálicos tocou ainda no feto e, no entanto ele pressente algo de anormal e terrível próximo a lhe suceder, porque agora muda de lugar em um ritmo enlouquecido para os lados e para cima, em um desesperado intento de escapar. Seu ritmo cardíaco se eleva mais ainda. Quando o metal já está quase a tocá-lo, encolhe todo o seu corpinho até o limite superior do útero e sua boca se abre desmessuradamente.

Aqui é alcançado pela aspiradora, que desde suas extremidades inferiores o vai succionando e até o destroçando, até ficar somente a cabeça, que não passa pelo conduto de aspiração. Esta é triturada, então, com uma especie de tenaz que vai retirando os pedaços do que foi um ser humamo aterrorizado, que ainda desde tamanha desigualdade de condições, fez o impossível para não morrer e, no instante final, abrindo sua boca ao máximo, como um último intento de expressão humana - ainda desconhecida e prematura, porém sem dúvidas com o instinto de sua natureza - pedir auxílio... A quem?

Eu, pessoa humana, que ascendi a maravilhosa realidade da vida posso gritar e expressar minha vontade, empresto hoje minha voz a todos esses seres humanos que, ao serem abortados, quiseram gritar solicitando a vida, abrindo a boca, porém ... ainda não tinham voz! Não é uma atitude pessoal subjetiva, investiguem voces. É científica e humanamente real.Em nome de todos esses inocentes, eu peço a quem competir que prejete este filme nos últimos anos secudários de todos os colégios de mulheres e homens, nas universidades, etc a fim de que se faça conhecer por todos os meios isto que faz a própria essência da pessoa humana; seu inalienável direito à vida.

Texto transcrito do livro Campanha pelo direito de Viver
Texte assinado por Graciele Fernández Raineri
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