13 de junho de 2009

> Ser Herói ...

Esclareço aos leitores, que o texto a seguir é colaboração espontânea de meu querido filho.

Ser Herói é ser como um vigilante noturno que Ronda as pessoas que ama. Ser herói é errar mesmo por que heróis não acertam e não são perfeitos. Nós heróis somos um vigilante noturno somos caçados, eles vão atiçar os cachorros e nos perseguir, prender-nos, mas eles nos caçam por que nós agüentamos....Somos mais que meros mortais, somos lendas. Nós não damos a vida ao acaso e nem entregamos nosso destino a uma roleta russa, fazemos as escolhas certas, e tomamos decisões precisas.

Erramos....Mas erramos, por que na cabeça hipócrita das pessoas que salvamos sempre haverá um que criticará um herói, mas eu não me importo com isso, as pessoas podem até me vencer em alguma coisa, mas serão apenas as que me venceram e nunca serão Ricardo. A noite cai e a gente ainda está na ativa, rondando, protegendo, acolhendo e sendo referencia das pessoas; diz a lenda que o prego que se destaca é o primeiro a ser martelado. Martele-me, mas eu hei de me destacar novamente.

Sou como a poeira da Noite que aparece para incomodar os que perturbam, minha paz estraga a injustiça deles, minha alma já não me pertence, é de DEUS meu criador. Por que as pessoas pobres não são aquelas que não tem dinheiro para se alimentar, mas sim as que pensam que vieram do macaco. Animais, muitas vezes, até mais inteligente que os próprios seres humanos, a ideologia chinesa acredita nisso, que temos que aprender a ser ágil como tigre, esperto como serpente, versátil como uma águia e singelo como um louva DEUS.

Meu legado não acabou aqui, sou herói minha hora eu escolho. Muitos querem ser como sou, mas eu sou apenas um retrato mórbido da vingança. Nesta noite auspiciosa permita-me ao invés de uma alcunha corriqueira, eu sugira o caráter dessa persona dramática. Aqui está: um humilde veterano trajado com suas vestes de vítima e vilão pelas vicissitudes do destino. Esse semblante não é vestígio de vaidade, e sim de Vox Populi vazio e esvaecido. No entanto, esta valorosa visitação passada se encontra vivificada, e faz votos de varrer os vermes venais e virulentos dos que se valem da vanguarda do vício que permitem a violação voraz e violenta da vontade. O único veredicto é a vingança, a vendeta tida como votiva e não por vaidade, pois o valor e a veracidade de tal, devem um dia então vingar o vigilante do virtuoso.

Ricardo Sidney – Analista de Sistemas
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