21 de outubro de 2009

|>O Equilíbrio Interior

webFazer as pazes com nós mesmos, ou com alguém que nos magoou, é o que se pode chamar “O PODER DO PERDÃO’”.
Se eu fosse escrever sobre “o valor a vingança” certamente me lembraria mais facilmente, porque estão sempre presentes no meio onde vivemos. Muitos são os exemplos que tiramos das telenovelas, e foi espiando uma delas, que identifiquei uma personagem jovem, com característica de maldade. Grande exemplo. Outra personagem vulgar comentando com a amiga sobre aventuras extraconjugais. Outro belo exemplo, esses de pura maldade.

Elton John em uma de suas canções diz que o perdão parece ser um dos conceitos mais difíceis de praticar. Quem causa dano não merece perdão? Será que perdoando fica mais fácil da pessoa praticar o erro novamente? Na verdade o ser humano é capaz de guardar uma mágoa pela vida toda.

As mágoas do passado se repetem em nosso consciente, quando mexemos com a nossa memória, e revivemos tudo que aconteceu para o nosso desgosto, os quais dessa forma estão alimentando, e toma forma de rancor.

Pensemos: reviver um momento de tristeza, ofensa, humilhação nos faz sofrer novamente, não é necessário nos reconciliar com o agressor, mas, o ato do PERDÂO beneficia a nós mesmos. Estamos nos perdoando, permitindo que os atos do passado não nos impeçam de sermos felizes agora.

O ato do PERDÂO só tem a nos beneficiar emocionalmente e espiritualmente, faz bem a nossa saúde física, comprovadamente por cientistas da UNIVERSIDADE DE WUISCONSIN, que aprender a perdoar evita doenças coronarianas que podem surgir no decorrer da vida.

Comprovado ainda ficou que cinco minutos gastos pensando negativamente, desaceleram o nosso sistema imunológico, que defende o organismo.

Perdoar é começar de novo, com experiência adquirida, sem rancores a confundir os benefícios do presente.

Assim como o AMOR, o PERDÂO não é algo que se dê, mas um presente vital que damos a nós mesmos.

Jesus no auge de seu sofrimento na cruz, exausto, sangrando, teve forças e pediu “PAI PERDOIA-OS, POIS, NÃO SABEM O QUE FAZEM’”.

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